Uso pode ser excessivo

Cuidado com a barreira cutânea

Consumo consciente

 

É muito comum todos os dias nos meios de comunicação, vermos alguém falar de cosméticos e incentivar a sua compra. Mas sabemos mesmo diferenciá-los e classificá-los?

 

 

A Anvisa define produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes como preparações constituídas por substâncias naturais ou sintéticas, de uso externo nas diversas partes do corpo (pele, sistema capilar, unhas, lábios, genitais externos, dentes e mucosas), com o objetivo exclusivo ou principal de limpar, perfumar, alterar a aparência ou proteger. Ainda, os cosméticos são definidos como Grau 1 e Grau 2.

De acordo com a RDC Nº 752/2022, os cosméticos de Grau 1, são considerados básicos, não requerem informações detalhadas quanto ao seu modo de usar e suas restrições de uso. Já os cosméticos de Grau 2, possuem indicações específicas, cujas características exigem comprovação de segurança e/ou eficácia, bem como informações e cuidados, modo e restrições de uso. Por exemplo, um sabonete facial apenas com a finalidade de higienizar a pele, é considerado Grau 1. Já um sabonete que promete reduzir a oleosidade e melhorar o aspecto da pele acneica, é considerado Grau 2, pois, é para uma indicação específica e é necessário que o fabricante comprove através de estudos clínicos que o produto cumpre o que promete na rotulagem.

 

Uso pode ser excessivo

Os cosméticos estão presentes na nossa rotina desde os primórdios, é até citado na bíblia, quando falam sobre a utilização de óleos e perfumes.