A Ciência da Beleza - Periódico - Vol. 1 (2026) Nr. 02 /Abr-Mai-Jun

 

A lógica dos blocos regulatórios

O erro mais comum na exportação

Estratégia regulatória: começar pela régua mais alta

A base que ninguém vê, mas define tudo

Minha visão como especialista

 

A internacionalização de cosméticos ainda é tratada, por muitas empresas, como uma etapa operacional. Ajusta-se o rótulo, reúne-se a documentação e inicia-se o processo de exportação.

Na prática, essa visão é uma das maiores causas de falhas regulatórias.

A regulação cosmética global não funciona por país. Ela funciona por territórios regulatórios. Essa mudança de mentalidade é, talvez, o primeiro grande passo para qualquer empresa que deseja atuar no mercado internacional.

Como discutido recentemente em um encontro técnico sobre regulatórios internacionais, pensar país a país é inviável. O número de legislações, variações e particularidades tornaria o processo improdutivo e altamente suscetível a erro.