Outros territórios: por que copiar a Europa ajuda, mas não resolve tudo
publicado em 10/10/2026 por Débora Moraes da Silva
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Material elaborado com base no encontro técnico
“Regulatórios Internacionais de Cosméticos - A Regulação que Influencia o Mundo”
e no Regulamento (CE) nº 1223/2009.
Na Ásia, a situação é ainda mais heterogênea
Outro tema recorrente é preço e prazo
Minha opinião como especialista
Depois de falar sobre Mercosul, Comunidade Andina e países árabes, é importante olhar para outros territórios que também fazem parte das estratégias de internacionalização de cosméticos: América Central, Chile, Coreia do Sul, Japão e outros mercados asiáticos.
Aqui existe uma ideia que precisa ser bem compreendida: a Europa influencia muitos mercados, mas isso não significa que todos eles copiem a Europa da mesma forma.
Alguns países citam diretamente listas europeias. Outros usam a Europa como inspiração para construir normas próprias. Outros ainda misturam referências, práticas de mercado, exigências documentais e critérios do importador. É justamente essa diferença que torna a estratégia multimercado complexa.
A América Central, por exemplo, possui regulamento técnico próprio para a região. Para empresas brasileiras, pode parecer um caminho natural por proximidade cultural e comercial. No entanto, a documentação, a rotulagem e a regularização precisam ser avaliadas conforme o mercado específico. Mesmo quando há semelhança entre países, não se deve assumir que uma aprovação em um país automaticamente garante entrada em outro.
O Chile também merece atenção. Embora não faça parte do Mercosul nem da Comunidade Andina da mesma forma que outros países
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